Revisão técnica: Eng. Agrônomo André Noronha
Quem pesquisa por Ampligo bula normalmente quer encontrar de forma rápida informações sobre dose por hectare, lagartas controladas, intervalo entre aplicações, carência e, principalmente, entender como usar o produto sem perder eficiência ao longo do tempo.
O Ampligo é um inseticida de contato e ingestão, formulado como mistura de CS e SC (ZC), com dois ingredientes ativos: lambda-cialotrina 50 g/L e clorantraniliprole 100 g/L. Essa combinação reúne um ingrediente ativo do grupo 3A com outro do grupo 28, o que amplia o espectro de controle sobre lagartas e reforça a importância do produto em programas de manejo bem posicionados.
Na prática, isso significa que a busca por “Ampligo bula” costuma estar ligada a dúvidas objetivas como: quanto aplicar, quando entrar com o produto, quais lagartas ele controla e como evitar perda de eficácia por resistência.
O Ampligo é um inseticida indicado para o controle de pragas em diversas culturas agrícolas, com forte associação ao manejo de lagartas. O produto tem uso registrado em culturas como algodão, arroz, amendoim, aveia, cana-de-açúcar, citros, feijão, milho, soja, sorgo, tomate, trigo, repolho, brócolis, couve-flor, melão, cenoura e outras culturas registradas em bula.
Ele costuma ser lembrado especialmente no controle de pragas como:
Essa amplitude ajuda a explicar por que o termo “Ampligo bula” tem bom potencial de tráfego orgânico.
A composição do produto é a seguinte:
Essa combinação torna o produto relevante no manejo de lagartas, especialmente quando a aplicação é feita com boa cobertura, lagartas em estágios iniciais e dentro de uma estratégia correta de rotação de mecanismos de ação.
A dose do Ampligo varia conforme a cultura, a praga-alvo, a pressão de infestação e a tecnologia de aplicação. Não existe uma dose única válida para todas as situações.
Entre os exemplos mais relevantes, estão:
Em algumas culturas a dose aparece em mL/ha. Em outras, como tomate, ela pode ser expressa em mL por 100 litros de água. Por isso, a leitura correta da bula continua sendo indispensável antes da aplicação.
Na soja, o Ampligo é bastante associado ao manejo do complexo de lagartas, especialmente em áreas com pressão de desfolhadoras e helicoverpa.
Na soja, a bula traz exemplos como:
De forma geral, o posicionamento do produto na soja depende de monitoramento constante e entrada no início da infestação, com foco em lagartas pequenas de 1º e 2º instares.
No milho, o Ampligo é muito lembrado pelo controle de lagarta-do-cartucho, uma das pragas mais importantes da cultura.
Para milho, a bula traz como exemplo:
A recomendação técnica é fazer amostragem da lavoura e entrar no início da infestação, com lagartas pequenas, ou quando houver até 10% de plantas com sintomas de raspagem nas folhas.
Esse detalhe é importante porque o sucesso do controle está muito ligado ao momento de entrada, e não apenas ao produto em si.
No tomate, o Ampligo aparece com destaque no manejo da traça-do-tomateiro.
A bula traz como referência:
Nesse caso, a tecnologia de aplicação e a cobertura da planta são decisivas, já que o alvo exige boa deposição da calda.
O momento de aplicação é um dos fatores que mais influenciam o desempenho do produto. De forma geral, o Ampligo deve ser usado no início da infestação, com foco em lagartas pequenas e antes que o dano se intensifique.
A bula reforça esse ponto em diferentes culturas:
Esse é um ponto central para evitar falha de controle. Em lagartas maiores, a performance tende a cair, mesmo quando a dose está correta.
O intervalo entre aplicações varia conforme a cultura e a praga-alvo.
Entre os exemplos de bula, estão:
Mais importante do que decorar um único número é entender que o intervalo depende do alvo, da pressão de infestação, do histórico da área e do limite máximo de aplicações permitido para cada cultura.
O preparo correto da calda ajuda a preservar a eficiência da aplicação e reduzir problemas operacionais.
Além do preparo, a regulagem correta do equipamento, o tipo de ponta, a pressão e o volume de calda influenciam diretamente o resultado final.
A bula traz diferentes volumes de calda conforme a cultura e a modalidade de aplicação. Entre os exemplos mais relevantes, estão:
Na prática, isso reforça que o Ampligo precisa de boa cobertura das plantas e de uma aplicação tecnicamente bem ajustada.
O intervalo de segurança varia conforme a cultura. Entre os exemplos mais importantes da bula, estão:
Esse trecho é importante para buscas como “Ampligo carência soja”, “Ampligo carência milho” e “Ampligo intervalo de segurança”.
A reentrada na área tratada só deve ocorrer quando a calda aplicada estiver completamente seca, respeitando no mínimo 24 horas após a aplicação. Caso seja necessário entrar antes desse prazo, devem ser utilizados os mesmos EPIs recomendados durante a aplicação.
Nas culturas e doses recomendadas, os testes de campo informados na bula mostram que não há efeito fitotóxico. Mesmo assim, esse resultado depende do uso correto do produto, respeitando cultura, dose, alvo e tecnologia de aplicação.
Esse é um dos pontos mais importantes para quem busca por Ampligo bula.
O produto reúne ingredientes ativos dos grupos 3A e 28. O uso repetitivo de produtos com esses mesmos mecanismos de ação, sem alternância adequada, aumenta o risco de seleção de populações resistentes.
Para preservar a eficiência do Ampligo, é importante:
A bula também reforça que a rotação de mecanismos de ação é essencial para prolongar a vida útil da ferramenta.
Esse é um dos erros mais comuns. O produto tende a entregar melhor resultado quando aplicado com lagartas pequenas.
Esperar a infestação avançar demais reduz a eficiência do controle e pode exigir reaplicações em menor intervalo.
Repetir sempre grupos 3A e 28 acelera o risco de resistência.
Sem boa regulagem, volume de calda e deposição correta, o desempenho cai bastante.
Escolha errada de ponta, deriva e falhas de distribuição comprometem o controle mesmo quando a dose está certa.
Depende da praga-alvo. Na soja, a bula traz exemplos como 15 a 20 mL/ha para lagarta-da-soja, 50 a 75 mL/ha para lagarta-enroladeira-das-folhas, 75 a 200 mL/ha para lagarta-falsa-medideira e 100 a 150 mL/ha para lagarta-helicoverpa.
No milho, a bula traz 100 a 150 mL/ha para lagarta-do-cartucho.
A carência do Ampligo para soja é de 21 dias.
A bula informa 15 dias de intervalo de segurança para milho.
Sim. O produto é amplamente associado ao controle de lagarta-do-cartucho, especialmente em milho e em outras situações registradas em bula.
O Ampligo é um inseticida importante no manejo de lagartas em diversas culturas, combinando lambda-cialotrina + clorantraniliprole em uma formulação voltada para controle por contato e ingestão. Seu desempenho depende principalmente de dose correta, entrada no momento certo, boa cobertura, respeito à carência e estratégia anti-resistência bem executada.
Para quem busca por Ampligo bula 2026, o mais importante é entender que a bula não deve ser usada apenas para consultar dose, mas como uma base técnica para uma aplicação mais eficiente, segura e sustentável.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. Ampligo: bula completa. Documento técnico com composição, doses, culturas registradas, intervalos, carência, reentrada e manejo de resistência.
Syngenta Brasil. Ampligo. Página oficial do produto com informações técnicas e posicionamento.
Atualizado em: março de 2026Revisão técnica: Eng. Agrônomo André Noronha Resposta rápida Se a sua…
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