Para produzir hidrogênio verde, usamos a técnica da eletrólise da água, alimentada por energia elétrica proveniente de fontes renováveis.
Nesse processo, a água (H2O) se divide em hidrogênio (H2) e oxigênio (O2) quando uma corrente elétrica a atravessa.
A chave aqui é a energia renovável: se a eletricidade vem de fontes como solar ou eólica, classificamos o hidrogênio produzido como “verde”.
Ao contrário dos combustíveis fósseis, que extraímos do solo, o hidrogênio verde não passa por um processo de “extração”.
Em vez disso, produzimos esse hidrogênio em instalações que possuem eletrolisadores e que, idealmente, se conectam a fontes de energia renovável.
Historicamente, o hidrogênio verde tem apresentado um custo mais elevado em comparação com outras formas de hidrogênio.
Isso ocorre devido aos custos associados à eletrólise e à necessidade de usar energia renovável.
Contudo, com os avanços tecnológicos e o investimento crescente em fontes renováveis, esperamos uma tendência de queda nos preços no futuro.
O Brasil, devido à sua rica capacidade de geração de energia renovável, possui um potencial significativo para a produção de hidrogênio verde.
Várias empresas e entidades governamentais já exploram essa oportunidade.
Entretanto, em 2022, a produção ainda estava em estágios iniciais, e sugiro consultar fontes atualizadas para identificar os principais produtores no país.
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